Revendo momentos da viagem de 2010
Dia 5 (26/08/2019)
Milhas percorridas: 201,3
Céu meio nublado, sol, sol causticante, sol tórrido !!!!
Saímos de Tulsa com tempo bom e fresco, trânsito pesado e rápido, e mais do que depressa a Emilia nos colocou na Route 66. Há muitos comerciantes sabendo aproveitar bem a fama que a Route 66 tem trazido, também nesta região.
Seguimos para o Rock Café. Dizem que os autores do filme Carros se inspiraram neste lugar para criar o filme. O local decaiu um pouco nestes 9 anos, mas havia bastante gente, e o hambúrguer com fritas continua excepcional. Rejane e eu rachamos um pois já tínhamos tomado café no hotel. Foi bom retornar a este local e ver como a cidade vem evoluindo, pegando uma carona neste turismo da Rota.
Quando estávamos enchendo o tanque da moto reencontramos um casal que havíamos conversado em Pontiac. Eles estão viajando pela Route 66, mas em alto estilo: numa BMW conversível. Tiramos fotos e lhes desejamos boa viagem.
Seguimos pela Mother Road até um museu de motociclismo, que foi montado pelo proprietário em 2011. Ou seja, completamente “novo” para nós dois. Ainda está carente de alguma organização, mas há uma enorme quantidade de exemplares de motos dos mais diversos tipos. Por vários motivos me lembrou um grande amigo, o Cale’ do Carpe Dien. Certamente ele iria ajudar muito o proprietário, recuperando e resgatando várias dessas motos.
Saímos em direção ao Hillbillie’s Café, mas encontra-se fechado desde 2013... pena... atravessamos a estrada, tomamos o cafe em outro local e seguimos em frente.
O próximo ponto era o Red Round Barn, um celeiro num formato muito diferente que, segundo dizem, construído para resistir a tornados, muito comum aqui no Estado de Oklahoma. Resolvemos pular a visita neste celeiro e ir direto para o Museu do Cowboy em Oklahoma City.
Quando chegamos ao estacionamento do museu fomos surpreendidos com um “mar” de Corvetes, de todos os modelos, cores e idade. Estava ocorrendo um encontro regional de proprietários de Corvetes, visitando vários pontos da Route 66, e estavam indo em direção a Tulsa.
O museu continua muito bonito, bem cuidado e administrado, boa parte dos funcionários são senhores seniores, de cabelo branco, vestidos ao estilo cowboy, muito simpáticos e solicitos, o tempo todo nos ajudando a sair dos labirintos do museu.
Ha muitas ambientações, cavalos empalhados, armas antigas, áreas dedicadas aos filmes de faroeste (lembra do Gunsmoke? Estava lá também Bruce Wayne e vários outros). Esta é uma visita imperdível quando vier a Oklahoma City.
Setamos a Emilia para nos levar até o Museu da Route 66 em Clinton. Foram 2 horas de estrada debaixo do sol causticante. Ainda bem que Emilia nos colocou na I-40, pudemos ir a 70 milhas por hora, um pouco mais ventilado e mais rápido. Mesmo assim tivemos que fazer uma parada para refrescar no ar condicionado de uma lanchonete, comendo uma fruta e tomando uma água com gas, bem refrescante.
O Museu da Route 66 estava quase fechando, mas chegamos a tempo da Rejane conseguir o Stamp no seu passaporte, e para que pudéssemos relembrar o que havíamos visto em 2010. Continua muito bem cuidado e organizado.
Para completar o dia fomos para o hotel, a 1 milha do museu, nos refrescamos com uma cerveja bem gelada.
Amanhã vamos sair cedo, um novo Estado nos espera.




































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