A Route 66 vista de cima !!

Dia 11 (01/09/2019)
Milhas percorridas: 144,3
Dia de sol, com nebulosidade à tarde, pouco chuvisco na chegada !

Pois é, hoje foi dia de madrugar: acordamos as 5:00h, pois as 5:40 uma van nos apanhou no hotel para realizarmos um sonho de 9 anos: voar de balão em Albuquerque !!!




Em 2010 ficamos com água na boca, experimentamos voar de balão em Boituva (não recomendamos !), mas Albuquerque continuava sendo um sonho - tanto que escolhemos pernoitar em Albuquerque (sim, neste pacote escolhemos em quais cidades dormir - até para poder equilibrar as distâncias ou aproveitar momentos como este) e compramos o pacote pela internet, ainda no Brasil.




O nosso piloto e dono da empresa que contratamos é um ex-policial, muito inteligente, metódico, divertido e muito experiente no balonismo. O balão aqui tinha altímetro, gps, medidor de velocidade e todos os controles possíveis para um balão. Ficamos impressionados com o profissionalismo apresentado por ele e pela empresa.



O nosso balão, pilotado pelo Murray Conrad (o ex-policial), era imenso, comportou 12 pessoas incluindo o piloto.



Fizemos a partida um pouco antes do sol nascer, subimos em direção ao Rio Grande, e uma das façanhas dos balonistas é descer até o nível do rio, praticamente tocando a superfície para, na sequência, se elevar sobre a cidade de Albuquerque.






Chegou a subir muito alto, talvez a mais de 1.000 m de altura, e tivemos uma visão fantástica da cidade, assim como das redondezas - a paisagem é linda, praticamente desértico.








Contamos mais de 20 balões no ar !!! Finalmente começamos o processo de aterrissagem - podíamos ver a sua equipe já se aproximando do local de pouso, que ocorreu num estacionamento de uma área comercial que estava vazio.




Depois de recolher o balão, fomos ao local destinado para o encerramento do passeio, com um brinde de espumante com suco de laranja (mimosa) e muffins. Minha surpresa foi que, apesar do sobrevoo de quase 1,5 horas, retornamos a 100 metros do ponto de partida !!!! Nao sei como o Murray (de camiseta vermelha) conseguiu, mas o cara é muito bom !




Depois de recebermos o diploma, voltamos ao hotel para pegar a moto, a Emilia, e dar sequência a nossa aventura pela Route 66.

Passamos pelo Centro Histórico de Albuquerque para uma sequência de fotos e pegamos a estrada.







Despedimos da cidade no alto da serra, já na Rota 66.




No caminho para Gallup (mais uma cidade que a Route 66 atravessa), paramos para nos refrescar num antigo McDonalds que fica `as margens da estrada.






No caminho decidimos parar numa loja que se destacava com placas intituladas “Continental Divide”.



A loja, muito grande e com uma “engenharia” das aldeias Navajo, era administrada por uma senhorinha, de origem indígena, que pacientemente nos explicou que exatamente aquele ponto é  o que podemos chamar de um divisor de águas - de onde vínhamos, todas as águas de rios deságuam no Oceano Atlântico - a partir deste ponto, todos os rios deságuam no Oceano Pacífico. A altitude deste ponto é de 7245 pés ou de 2.208 m.  





Com a curiosidade saciada, decidimos ir relaxar mais cedo no hotel, e aprumamos a Emilia para Gallup (ainda no Novo México) - jantamos mais cedo, concluímos 2 blogs, e fomos dormir - amanhã o dia será punk, revisitando alguns lugares conhecidos, coisas de tirar o fôlego!




Aguardem nosso blog de amanhã!!

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