Rodando em cenários inesperados
Dia 14 (04/09/2019)
Milhas percorridas: 217,9
Dia de sol, céu azul com nuvens brancas, calor, chuva de verão chegando a Flagstaff!
Como planejado, nosso destino hoje é retornar a Flagstaff, dormir por lá para visitarmos o Grand Canyon no dia seguinte.
Só que havia ficado faltando uma coisa: a minha foto no Monument Valley. Rejane preferiu ficar descansando no hotel e tomar café. Peguei a moto em direção ao Mexican Hat, buscando onde seria o ponto da foto. Encontrei um lugar que parecia ser o ângulo correto, tirei as fotos registrando este momento, às 9:00 hs da manhã, e voltei para pegar a Rejane. Rodei coincidentes 66 milhas para fazer este registro fotográfico .
No entanto, hoje à noite no hotel em Flagstaff, percebi que deveria ter ido algumas milhas adiante. Este é um grande aprendizado - detalhar um pouco melhor o planejamento ajuda-nos a ser mais assertivos para alcançar metas e objetivos. Mas valeu conhecer este paraíso!
Cheguei no hotel e Rejane estava se deliciando com uma “native pancake”, feita com farinha de milho azul, típica dos índios Navarros. Experimentei e estava uma delícia.
Colocamos a moto na estrada, com o endereço do hotel em Flagstaff - como a Rodovia já é scenic, a Emilia não teve que trabalhar muito, só nos manter na rota.
Encontramos vários motociclistas no caminho - aqui é regra nos cumprimentarmos quando nos cruzamos ou ultrapassamos outros motociclistas.
No meio do caminho fizemos uma parada num antigo entreposto comercial, hotel, restaurante, chamado Cameron, existente desde 1916, próximo à entrada para o Grand Canyon.
Há muito artesanato típico indígena, muitos descendentes de índios trabalhando neste comércio, muitas coisas bonitas, dá vontade de comprar tudo.
Continuamos em direção a Flagstaff e, ao longe, já víamos os sinais da chuva que iríamos pegar na chegada à cidade. A chuva caiu, nos refrescou e paramos num posto até que ela passasse.
No hotel, como se anunciava uma forte tempestade, decidimos evitar outros passeios e escolhemos a tarde para relaxar, revisitar os planos para os próximos dias, lavar as roupas e escrever os dois blogs faltantes - tivemos dificuldade de acesso à Internet em Kayenta. De noite fomos caminhando jantar num Outback aqui próximo ao hotel.
Estamos prontos para a próxima aventura de amanhã, revisitar o Grand Canyon. Vamos ver o que nos espera !
Para você que está nos lendo, se for fazer algum comentário, identifique o seu nome no comentário, às vezes ficamos sem saber quem escreveu.
Milhas percorridas: 217,9
Dia de sol, céu azul com nuvens brancas, calor, chuva de verão chegando a Flagstaff!
Como planejado, nosso destino hoje é retornar a Flagstaff, dormir por lá para visitarmos o Grand Canyon no dia seguinte.
Só que havia ficado faltando uma coisa: a minha foto no Monument Valley. Rejane preferiu ficar descansando no hotel e tomar café. Peguei a moto em direção ao Mexican Hat, buscando onde seria o ponto da foto. Encontrei um lugar que parecia ser o ângulo correto, tirei as fotos registrando este momento, às 9:00 hs da manhã, e voltei para pegar a Rejane. Rodei coincidentes 66 milhas para fazer este registro fotográfico .
No entanto, hoje à noite no hotel em Flagstaff, percebi que deveria ter ido algumas milhas adiante. Este é um grande aprendizado - detalhar um pouco melhor o planejamento ajuda-nos a ser mais assertivos para alcançar metas e objetivos. Mas valeu conhecer este paraíso!
Cheguei no hotel e Rejane estava se deliciando com uma “native pancake”, feita com farinha de milho azul, típica dos índios Navarros. Experimentei e estava uma delícia.
Colocamos a moto na estrada, com o endereço do hotel em Flagstaff - como a Rodovia já é scenic, a Emilia não teve que trabalhar muito, só nos manter na rota.
Encontramos vários motociclistas no caminho - aqui é regra nos cumprimentarmos quando nos cruzamos ou ultrapassamos outros motociclistas.
No meio do caminho fizemos uma parada num antigo entreposto comercial, hotel, restaurante, chamado Cameron, existente desde 1916, próximo à entrada para o Grand Canyon.
Há muito artesanato típico indígena, muitos descendentes de índios trabalhando neste comércio, muitas coisas bonitas, dá vontade de comprar tudo.
Continuamos em direção a Flagstaff e, ao longe, já víamos os sinais da chuva que iríamos pegar na chegada à cidade. A chuva caiu, nos refrescou e paramos num posto até que ela passasse.
No hotel, como se anunciava uma forte tempestade, decidimos evitar outros passeios e escolhemos a tarde para relaxar, revisitar os planos para os próximos dias, lavar as roupas e escrever os dois blogs faltantes - tivemos dificuldade de acesso à Internet em Kayenta. De noite fomos caminhando jantar num Outback aqui próximo ao hotel.
Estamos prontos para a próxima aventura de amanhã, revisitar o Grand Canyon. Vamos ver o que nos espera !
Para você que está nos lendo, se for fazer algum comentário, identifique o seu nome no comentário, às vezes ficamos sem saber quem escreveu.

















Esse aí de nome "Meu Blog" é o Zico!
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